Atualmente todos vivemos correndo, é corre pra lá, corre pra cá, faz uma coisa, faz outra. Com toda essa correria acabamos não tendo tempo de visitar amigos e parentes, acabamos não tendo tempo muitas vezes para nós mesmos. E de que adianta correr e correr? Se simplesmente não vivemos? As pessoas andam tão estressadas com tudo por causa dessa correria.
Você não passeia mais aos domingos porque quer uma boa cama, não bate mais aquele papo com amigos e família por cauda da televisão ou internet, você se ocupa com trabalhos, escolas e planos pessoais e esquece-se de falar um bom dia, de ir visitar alguém. Sabe o que é mais engraçado? Não visita-se a pessoa, quando ela morre vai ao enterro, mas então de que adianta ir ao enterro? Você não tinha tempo pra ela, às vezes nem quando ela estava doente ou de cama.
Ouve-se falar de política, sexo, crimes, fome, riqueza, miséria, mas sabe de que o mundo precisa? Dialogo. Já ouviu essa palavra? Acho que já. Em um mundo onde há tanta coisa, tanta violência se as pessoas tivessem um pouquinho de bom senso e aprendessem a conversar e se expressar as coisas iriam longe, muito longe. É interessante que quando você dialoga as coisas fluem mais fácil, tudo fica mais fácil, no entanto o estresse é tanto que nem pensamos e já vamos brigando.
Antigamente quando não tinha televisão, internet, rádio e mais todas essas coisas de telecomunicação e essa tal de globalização, as pessoas sentavam na varanda e conversavam, colocavam o papo em dia, visitavam pessoas, a vida era melhor. Não que hoje as coisas sejam ruins, mas nós não a usamos da maneira correta. Veja: se você arrumasse um tempinho, mesmo que seja cinco minutinhos para usar o telefone pra ligar pra alguém e perguntar como ela esta já é algo. Se você tirasse um tempinho para mandar um recado ou e-mail para alguém que você não vê a tempo já é algo.
Percebe-se que ninguém se importa com isso, fazer se notar, mostrar que a pessoa pode contar com você. Mas não. Uma passa por cima do outro se deixar. Não se liga mais para boas amizades, não há como ter mais aquelas confidencias, todos são suspeitos, não se sabe em quem podemos confiar, tudo parece ser uma conspiração.
O mundo esta indo pro lado errado, e sabe como? Ligamos mais para dinheiro que amigos, mais pro trabalho que pra família, esquecemos de ver o céu estrelado, ou de parar e ver a chuva. Crianças não sabem mais fazer pipa, meninas não fazem mais bonecas de pano, mulheres não sabem cozinhar, tudo vem pronto, empacotado, só consumir, comprar e comprar. Isso é nosso mundo: capitalismo, comprar e comprar são o lema. Não estou querendo que mudemos de capitalismo para socialistas, anarquistas ou qualquer outro tipo de governo, só quero mostrar que devemos fazer algo por nós mesmos.
Que tal ir visitar uma amiga? Ser mais solidário? Que tal jogar lixo no lixo, reciclar, escutar? Não parece ser tão difícil não é? Que tal parar o dia e refletir, perdoar erros ou pelo menos compreendê-los... Que tal mudar o seu dia-a-dia, fazendo-o mais produtivo, ser mais calmo, olhar as coisas com outros olhos. Aos poucos podemos melhorar tudo. Faça sua comida de vez enquando, mesmo que seja queimada; faça bagunça na casa, chame os amigos para ver filme e comer pipoca; esqueça os brinquedos industrializados e crie o seu; deixe o suco de pó e faça um natural; saia da rotina; mude seu jeito de vestir: não siga os padrões, esqueça a moda; ande um pouco pela rua; deixa o carro na garagem; leia algo diferente; fale sua opinião; desligue o celular; fique descalço; sinta o chão...
Nossos atos e maneira mostram quem somos. Dê mais de si, mas não tente ser mostrar algo que você não é; aprenda a reconhecer: todos têm limites, fraquezas... Defeitos!
domingo, 31 de maio de 2009
Um morto muito louco
Caio era gerente agora de uma multinacional, ele tinha batalhado muito para isso, ou melhor, batalhado nada, porque chegou ali com artimanhas, trapaças e tudo mais de ruim, no entanto não era somente ele, Clarice também chegara ali assim. Os dois haviam matado o antigo chefe, armaram e fizeram de tudo para chegarem ao mais alto posto.
Em uma noite, fazia-se treze dias que eles haviam conseguido tudo que queriam, em plena sexta-feira de lua cheia, céu um pouco nublado, às vezes a lua chegava a sumir, Clarice em seu apartamento luxuoso assistia a um filme de amor e Caio em seu super apartamento ia para cama, onze e meia Caio acorda assustado, alguém puxando o seu pé, ele senta na cama e vê o antigo chefe, o qual havia matado:
▬Olá? Há quanto tempo? – e segue uma risada diabólica....
Um silencio terrível cerca o lugar, derrepente o morto tira do casaco uma faca:
▬lembra como me matou?- outra risada e Caio apavorado nem se mexia- responda...- lembra-se?- mais uma risada
No outro dia Caio aparece morto de susto...
Mais 13 dias se passam... dia de chuva forte, Clarice esta dormindo um sono leve e gostoso... derrepente sente uma mão puxando seu pé, ela senta-se na cama e vê o chefe na sua frente. Com um sorriso ela fala:
▬há quanto tempo! Que prazer em revê-lo! Como estão as coisas?
O fantasma assustado com a reação da moça fica sem resposta... começam a conversar, deste dia em diante ele passa a visitá-la de 13 em 13 dias!
Em uma noite, fazia-se treze dias que eles haviam conseguido tudo que queriam, em plena sexta-feira de lua cheia, céu um pouco nublado, às vezes a lua chegava a sumir, Clarice em seu apartamento luxuoso assistia a um filme de amor e Caio em seu super apartamento ia para cama, onze e meia Caio acorda assustado, alguém puxando o seu pé, ele senta na cama e vê o antigo chefe, o qual havia matado:
▬Olá? Há quanto tempo? – e segue uma risada diabólica....
Um silencio terrível cerca o lugar, derrepente o morto tira do casaco uma faca:
▬lembra como me matou?- outra risada e Caio apavorado nem se mexia- responda...- lembra-se?- mais uma risada
No outro dia Caio aparece morto de susto...
Mais 13 dias se passam... dia de chuva forte, Clarice esta dormindo um sono leve e gostoso... derrepente sente uma mão puxando seu pé, ela senta-se na cama e vê o chefe na sua frente. Com um sorriso ela fala:
▬há quanto tempo! Que prazer em revê-lo! Como estão as coisas?
O fantasma assustado com a reação da moça fica sem resposta... começam a conversar, deste dia em diante ele passa a visitá-la de 13 em 13 dias!
Como explicar o inexplicável?
Como explicar o inexplicável?
Como explicar que mesmo sabendo que estamos destruindo o nosso mundo
Continuamos a cometer os mesmos erros?
É como se você soubesse que o poço não tem fundo
E mesmo assim pular...
E como saber que se beber desse liquido você morre
E mesmo assim beber.
Afinal...
Não é o que estamos fazendo?
Papel, vidros, latas...
Pro lixo vão
Quando podiam estar sendo reciclados...
Olhe quanto lixo produzimos
Olhe...
Veja...
Pense...
Isso pode mudar
É preciso mudar
O futuro depende de ações.
Agora!
E não amanhã...
E não depois.
Levante-se!
Acorde!
É fácil falar:
“Amanhã faço...”
Mas você faz?
É fácil deixar pro outro fazer
Mais prático...
Mas são as ações em conjunto que mudam as coisas
Alguém começa..
Outro copia...
E por aí se espalha...
O mundo muda....
Tudo muda
Todos fazemos a diferença.
Como explicar que mesmo sabendo que estamos destruindo o nosso mundo
Continuamos a cometer os mesmos erros?
É como se você soubesse que o poço não tem fundo
E mesmo assim pular...
E como saber que se beber desse liquido você morre
E mesmo assim beber.
Afinal...
Não é o que estamos fazendo?
Papel, vidros, latas...
Pro lixo vão
Quando podiam estar sendo reciclados...
Olhe quanto lixo produzimos
Olhe...
Veja...
Pense...
Isso pode mudar
É preciso mudar
O futuro depende de ações.
Agora!
E não amanhã...
E não depois.
Levante-se!
Acorde!
É fácil falar:
“Amanhã faço...”
Mas você faz?
É fácil deixar pro outro fazer
Mais prático...
Mas são as ações em conjunto que mudam as coisas
Alguém começa..
Outro copia...
E por aí se espalha...
O mundo muda....
Tudo muda
Todos fazemos a diferença.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Pedro...S2
Eu andava sem rumo
Sem saber para onde ir
Meus sonhos eram vazios
E sem cor
Até que um dia algo me iluminou
E ali estava você
Recebendo-me de braços abertos
Com um colo acolhedor
Com um sorriso de encantar
Adoro as pequenas coisas que fazes,
As coisas que me falas,
Quando me faz carinho...
E aprendi que não há outra pessoa como você
Não há ninguém que eu possa amar tanto
Não há mais ninguém que me ouve como você
Que cuida de mim
Você é meu anjo,
Meu protetor,
Você é o meu amigo,
O meu namorado
O meu amado
E é ÚNICO!
Sem saber para onde ir
Meus sonhos eram vazios
E sem cor
Até que um dia algo me iluminou
E ali estava você
Recebendo-me de braços abertos
Com um colo acolhedor
Com um sorriso de encantar
Adoro as pequenas coisas que fazes,
As coisas que me falas,
Quando me faz carinho...
E aprendi que não há outra pessoa como você
Não há ninguém que eu possa amar tanto
Não há mais ninguém que me ouve como você
Que cuida de mim
Você é meu anjo,
Meu protetor,
Você é o meu amigo,
O meu namorado
O meu amado
E é ÚNICO!
Ao meu amor...
Sei que nem tudo são flores,
sei que nem tudo é perfeito,
mas com você ao meu lado
não existem barreiras nem caminho estreito.
sei que nem tudo é perfeito,
mas com você ao meu lado
não existem barreiras nem caminho estreito.
o porquê
Você chegou derrepente
Sem precedentes
Balançou meu coração
Mexeu com minha razão
Deixou-me desequilibrada
Numa corrida sem parada
Seus olhos me levam ao paraíso
Seu abraço as profundezas do desconhecido
Não sei mais o que fazer
Porque você me levou pra longe
Pra longe da realidade
Pra longe de qualquer cidade
E eu ainda me pergunto o porquê...
O porquê de eu te amar tanto!
Te Amo!
Sem precedentes
Balançou meu coração
Mexeu com minha razão
Deixou-me desequilibrada
Numa corrida sem parada
Seus olhos me levam ao paraíso
Seu abraço as profundezas do desconhecido
Não sei mais o que fazer
Porque você me levou pra longe
Pra longe da realidade
Pra longe de qualquer cidade
E eu ainda me pergunto o porquê...
O porquê de eu te amar tanto!
Te Amo!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Contos na fogueira
E eram oito horas da noite, Luis, Mariana, Carla, Diego e João estavam se preparando para ir para a floresta. Noite de lua cheia, só os lobos uivavam de resto só o silencio da fazenda, os amigos tinham combinado de acampar em vez de ficar na sede, queriam um pouco de aventura, afinal de contas as aulas estavam acabando com cada um deles.
Foram para uma clareira longe de tudo, era quase uma hora de caminhada, o céu estrelado inspirava histórias, iam cantando, montaram tudo e fizeram uma fogueira.
−Que tal contarmos histórias de terror?-Diego não queria nem um pouco ir dormir.
−Boa idéia e eu que vou começar em!-João logo se animou
−Ai, esses meninos, quero só ver em!-Mariana falou e se sentou em volta da fogueira, os outros a imitaram.
−Era uma noite como essa lua cheia, céu estrelado e um uivo se fez ouvir- derrepente um lobo ao longe uivou, como se tivessem combinado, as meninas se encolheram com medo- uma turma estava perdida na floresta, sozinhos e uma mulher apareceu do meio das árvores:
‘Venham meninos, existe uma cabana aqui perto onde poderão ficar até o amanhecer. ’
“Os garotos seguiram a estranha, e se embrenhavam cada vez mais no meio da floresta, até chegarem a uma casinha de madeira, antiga, mas até que bem conservada. Entraram e dormiram lá, a casa não tinham móveis, apenas alguns cobertores velhos jogados em um canto que usaram para se cobrir, a noite fez frio, os lobos uivavam- AUUUUUU. Amanheceu. O sol já estava alto quando os meninos acordaram, ouviram pessoas gritando seus nomes, saíram correndo para fora e encontraram seus pais e outros que estavam procurando-os. O pai do mais velho se espantou ao ver onde tinham passado a noite e perguntou: ‘Não tiveram medo de passar a noite nessa casa onde morreu uma moça? ’, o filho perguntou que moça era essa e qual não foi a surpresa quando a descrição foi a da moça que os ajudou na noite.”
Ao terminar a história as meninas tremiam de medo e um lobo uivou longe novamente, Carla soltou um grito agudo de medo e uma mulher apareceu entre as árvores, os garotos se assustaram, mas era apenas Marcela a ultima integrante do grupo que havia ficado para trás.
Foram para uma clareira longe de tudo, era quase uma hora de caminhada, o céu estrelado inspirava histórias, iam cantando, montaram tudo e fizeram uma fogueira.
−Que tal contarmos histórias de terror?-Diego não queria nem um pouco ir dormir.
−Boa idéia e eu que vou começar em!-João logo se animou
−Ai, esses meninos, quero só ver em!-Mariana falou e se sentou em volta da fogueira, os outros a imitaram.
−Era uma noite como essa lua cheia, céu estrelado e um uivo se fez ouvir- derrepente um lobo ao longe uivou, como se tivessem combinado, as meninas se encolheram com medo- uma turma estava perdida na floresta, sozinhos e uma mulher apareceu do meio das árvores:
‘Venham meninos, existe uma cabana aqui perto onde poderão ficar até o amanhecer. ’
“Os garotos seguiram a estranha, e se embrenhavam cada vez mais no meio da floresta, até chegarem a uma casinha de madeira, antiga, mas até que bem conservada. Entraram e dormiram lá, a casa não tinham móveis, apenas alguns cobertores velhos jogados em um canto que usaram para se cobrir, a noite fez frio, os lobos uivavam- AUUUUUU. Amanheceu. O sol já estava alto quando os meninos acordaram, ouviram pessoas gritando seus nomes, saíram correndo para fora e encontraram seus pais e outros que estavam procurando-os. O pai do mais velho se espantou ao ver onde tinham passado a noite e perguntou: ‘Não tiveram medo de passar a noite nessa casa onde morreu uma moça? ’, o filho perguntou que moça era essa e qual não foi a surpresa quando a descrição foi a da moça que os ajudou na noite.”
Ao terminar a história as meninas tremiam de medo e um lobo uivou longe novamente, Carla soltou um grito agudo de medo e uma mulher apareceu entre as árvores, os garotos se assustaram, mas era apenas Marcela a ultima integrante do grupo que havia ficado para trás.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Apaixonada
Pra que me provocar?
Pra que me tentar?
Pra que me atiçar?
Você atiça e sai
Como se eu tivesse acostumada,
Quero ser amada
Me sobressair
Mas você faz eu me trair
Me deixa sem opção
Com o coração na mão.
Fique ao meu lado
Quero apenas resoluções
Com suas atitudes e ações
E tão abismada
Não me deixe abandonada
Em vez de tão calado,
Para essa louca paixão
Que esta em erupção
Que esta me deixando louca
E maluquinha da cuca,
Fico doida só de pensar
Em poder te amar
Em te ter e poder te abraçar
Poder saborear teu beijo
Ate parece que é um louco desejo
Mas é tudo que eu quero
Quero ter teu corpo com o meu
Que estou apaixonada,
Poder te falar
Tua boca na minha
Quero poder te acariciar
Abobada
E confinada
A ter esse desejo infame
Quero....
É o que peço, imploro, espero
Apenas me ame
É o que peço, imploro, espero
Quero....
Pra que me tentar?
Pra que me atiçar?
Você atiça e sai
Como se eu tivesse acostumada,
Quero ser amada
Me sobressair
Mas você faz eu me trair
Me deixa sem opção
Com o coração na mão.
Fique ao meu lado
Quero apenas resoluções
Com suas atitudes e ações
E tão abismada
Não me deixe abandonada
Em vez de tão calado,
Para essa louca paixão
Que esta em erupção
Que esta me deixando louca
E maluquinha da cuca,
Fico doida só de pensar
Em poder te amar
Em te ter e poder te abraçar
Poder saborear teu beijo
Ate parece que é um louco desejo
Mas é tudo que eu quero
Quero ter teu corpo com o meu
Que estou apaixonada,
Poder te falar
Tua boca na minha
Quero poder te acariciar
Abobada
E confinada
A ter esse desejo infame
Quero....
É o que peço, imploro, espero
Apenas me ame
É o que peço, imploro, espero
Quero....
Anjo
Meu pequenino,
Não chore...
Estou aqui.
Sempre estarei.
Mesmo na chuva e no céu encoberto,
Mesmo na enchente e no vendaval,
Acolher-te-ei em meus braços,
Não deixarei ninguém te machucar,
Mas tem que deixar eu me aproximar...
Meu lindo anjinho,
De longe nada posso fazer,
Confie em mim,
Não vou te machucar
Nunca faria isso,
Deixe-me te proteger,
Deixe-me cuidar de ti,
Deixe-me te mostrar o que é ser feliz
É só isso que quero
Meu anjo
Meu anjinho
Tão pequenino
Vou te ensinar o caminho
Ensinar-te a caminhar
A lutar
Deixe-me te mostrar o que é amar
O que é sonhar
Não chore...
Estou aqui.
Sempre estarei.
Mesmo na chuva e no céu encoberto,
Mesmo na enchente e no vendaval,
Acolher-te-ei em meus braços,
Não deixarei ninguém te machucar,
Mas tem que deixar eu me aproximar...
Meu lindo anjinho,
De longe nada posso fazer,
Confie em mim,
Não vou te machucar
Nunca faria isso,
Deixe-me te proteger,
Deixe-me cuidar de ti,
Deixe-me te mostrar o que é ser feliz
É só isso que quero
Meu anjo
Meu anjinho
Tão pequenino
Vou te ensinar o caminho
Ensinar-te a caminhar
A lutar
Deixe-me te mostrar o que é amar
O que é sonhar
Andando
Andando por ai
Tentando te encontrar
Querendo te beijar
Ou pelo menos te abraçar
Ando por ai
Querendo conversar
Poder te falar
O é o amar
Ando
Querendo me vingar
E ao mesmo tempo te perdoar
Ou ao menos não me importar...
Tentando te encontrar
Querendo te beijar
Ou pelo menos te abraçar
Ando por ai
Querendo conversar
Poder te falar
O é o amar
Ando
Querendo me vingar
E ao mesmo tempo te perdoar
Ou ao menos não me importar...
Amor infantil
Pareço uma criança
Cheia de esperança.
Não se sabe, mas ficou na lembrança
Aquele beijo, aquele abraço
Mas agora tem o espaço
Que nos separa, mas eu espero
Porque eu te quero.
Nessa vida bonita
Mesmo se a distancia fosse infinita
Mesmo que houvesse mil barreiras
Ou que eu levasse vidas inteiras
Pra te encontrar...
O amor não vai se acabar
Porque é aquele amor infantil
Juvenil...
Cheia de esperança.
Não se sabe, mas ficou na lembrança
Aquele beijo, aquele abraço
Mas agora tem o espaço
Que nos separa, mas eu espero
Porque eu te quero.
Nessa vida bonita
Mesmo se a distancia fosse infinita
Mesmo que houvesse mil barreiras
Ou que eu levasse vidas inteiras
Pra te encontrar...
O amor não vai se acabar
Porque é aquele amor infantil
Juvenil...
terça-feira, 5 de maio de 2009
O começo
Estou aqui para postar contos, crônicas, poesias e outras coisinhas minhas. Quero que não somente leiam, mas façam críticas, espero que gostem.
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