sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Revirando

Eu estava revirando uns e-mails pra fazer um limpa, quando encontrei um de algum tempo atrás de uma pessoa super querida! Um que me fez chorar tanto que minha mãe na época ficou preocupada, rsrsrs, e olha aqui ele:


Ser irmão da Dani

O que é ser irmão da Daniele Helena? Afinal de contas, qual é o significado, a sentido, a sensação, a experiência de falar: “Eu sou irmão da Dani”? O que faz alguém capaz de falar tal frase e que efeitos isto traz a quem diz coisas do tipo?

Investiguemos um pouco. Ser irmão da Dani é... ah, é ter uma irmã legal, que conversa com a gente; aliás, papo é o que não falta com ela: a mosca que está passando pode ser assunto para ela, o assunto não morre, mesmo que a conversa seja com alguém que quase sempre não fala muito (caso do autor deste humilde texto)...

É ter sempre uma companhia: ela faz questão de dar atenção aos amigos dela, para que eles não se sintam deixados de lado. É próprio dela, é muito dedicada e atenciosa. Ser irmão da Dani é ter uma pessoa que nunca se esquece da gente, sempre faz alguma coisa para lembrar, que não deixa uma amizade se perder no tempo e na distância.

Ser irmão da Dani é terminar uma conversa já querendo começar a próxima, é prolongar a despedida para poder aproveitar por pelo menos mais um minuto, e mais um, e mais um... até que a própria despedida se transforme em outra conversa. É poder fazer piadinhas com seu um metro e cinco (brincadeira...), sem se esquecer do tamanho do coração que carrega dentro de si; é falar das atrocidades que a mente dela inventa, sendo que ela, a psicopata, a nerd gótica psicopata, é a última a quem desejaríamos a má sorte de sofrer uma das terríveis coisas que seu cérebro malévolo arquiteta.

Brincadeiras à parte, é muito especial ter uma irmã como a Daniele Helena. É motivo de alegria, porque é uma irmã muito gente boa; é causa de alívio, pois sabemos que podemos contar com ela em qualquer situação; é motivo para reciprocidade: o que ela faz para um amigo dá vontade de fazer de volta, e fazemos, e recebemos de volta, e devolvemos de novo... e isso vai aumentando até se tornar uma relação irreversível; é motivo para não nos sentirmos sozinhos, pois sabemos que ela sempre estará lá, apesar de tudo sempre torcendo pela gente; é ter a certeza que um ser na face da Terra se preocupa.

Enfim, essa é a Daniele, ou simplesmente Dani, ou mais extensamente Daniele Helena, e tê-la como irmã, ainda que isso seja apenas uma consideração afetiva, é como ter um tesouro que aumenta de valor a cada dia. Afinal, eu não a consideraria minha irmãzinha se não fosse para mim como uma irmã de verdade.


by:Charles Ferreira

Um comentário:

  1. Juro pra você que pensei de relance nesse texto hoje mais cedo(esqueci de comentar esse detalhe na conversa), antes de visitar o blog e ver sua postagem (fazia uns dias que eu não via). Tava lembrando disso e pouco depois vejo você publicar o que eu te escrevi...
    Lógico que eu fico muito feliz de ver isso,fiquei lisongeado de ver sua consideração, enfim..., mas acontece que eu não queria que você publicasse isso... pelo menos não fiz com a intenção de ser publicado; ou se fosse, que fosse em seu diário (para o menor, em ambos os sentidos, porém o melhor dos públicos, o verdadeiro público-alvo daquele texto; espero que tenha entendido com esse comentário o porquê de não ter necessariamente gostado da postagem).
    Não que eu não tenha gostado, pelo contrário, achei muito bom; mas se eu recebesse algo assim e considerasse tanto não ia sair mostrando ao mundo e ao fundo, selecionaria um pouco mais quem ia ver tal opinião pessoal e impublicável... rsrs
    De qualquer maneira, muito obrigado pela consideração, pelo afeto com que recebeu este humilde texto. =]

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